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Álvaro Faleiros

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BIO

Álvaro Faleiros

Poeta, tradutor, compositor

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Álvaro Faleiros é professor titular em poética da tradução na USP, poeta, tradutor e compositor.


Publicou os livros de poemas: Coágulos (Vencedor do Prêmio Estímulo de Campinas, Iluminuras, 1995), Meio mundo (Ateliê, 2007), Do centro dos edifícios (Selo [e], 2011), Caracol de nós (Demônio Negro, 2018) e À Flor do Mal — transpirações baudelairianas (Demônio Negro, 2018). Esses dois últimos livros encontram-se no limiar entre tradução e invenção. No primeiro deles, encontram-se reescritas criativas de cantos do povo marubo, e no segundo, reinvenções dos poemas de A flor do mal de Baudelaire.


Desde os anos 1990, compõe canções, sobretudo como letrista. Escreveu mais de duas centenas de letras para músicas de Beth Amin, André Faleiros, Paulo Iumatti, Evandro Gracelli, Mônica Freire, Cassiano Nogara, Paulo Gusmão, Liminha, Alice Ruiz, Chico Saraiva, Tiganá Santana. Gravou e produziu em 2003 seu primeiro álbum Água minha, que conta com a participação de músicos como o violeiro Roberto Corrêa e o grupo de samba Quinteto em Branco e Preto. Seu segundo cd autoral, Dá pé, sai em 2013 e conta com participação especial de Beth Amin. Olho do Céu (2018), seu terceiro trabalho solo, foi produzido e arranjando pelo multi-instrumentista João Marcondes. Seu mais recente álbum, Valsa no tempo (2023), reúne canções compostas em parceria com Beth Amin. O álbum conta com arranjos, piano e cello do músico afro-cubano Yaniel Matos e vocais da própria Beth Amin.


Álvaro ainda produziu o álbum infantil Insetos no Céu, no qual são apresentadas letras suas musicadas e interpretadas por seus parceiros André Faleiros, Beth Amin, Mr Nogara e Evandro Gracelli, a partir dos poemas do livro infantil O voo de Vadinho, um dos quatro livros escritos com o artista plástico e premiado ilustrador Fernando Vilela, com quem realizou, na Casa das Rosas em 2020, a exposição ARTELETRA EM TRÂNSITO, contemplada pelo Proac.


Como tradutor de poesia publicou, entre outros: O Bestiário, de Guillaume Apollinaire (Iluminuras, 1997), Latitudes, 9 poetas do Québec (Noroît/Nankin, 2003), Descabelados, da poeta japonesa Yosano Akiko, em parceria com Donatella Natili (Unb, 2007); Caligramas de Apollinaire (Ateliê/UnB, 2008), Kalevala: primeiro poema (Ateliê, 2009), com José Bizerril, Um lance de dados de Mallarmé (Ateliê, 2012) e Feitiços [charmes] de Paul Valéry, com Roberto Zular (Iluminuras, 2020), vencedor do Prêmio Paulo Rónai da Biblioteca Nacional.

 

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